ILHÉUS PERDEU ADVOGADO E ESCRITOR MÁRIO PESSOA
O advogado e escritor Mário de Castro Pessoa faleceu na madrugada deste sábado em Ilhéus. O corpo está foi velado na rua Antonio Lavigne de Lemos e enterrado às 16h, no cemitério da Vitória.Advogado e membro da Academia de Letras de Ilhéus, Mário de Castro escreveu os livros No tempo de Mário Pessoa e O coronel dos coronéis. Neto do coronel Antonio Pessoa e filho do ex-prefeito Mário Pessoa, ele deixa esposa Ângela Maria Martins Vasconcelos.
JUSTIÇA CONDENOU ADVOGADO COSME REIS MAS O PROCESSO ESTÁ PRESCRITO
"Cosme Reis está despreocupado e cuidando dos processos da sua clientela,mas ainda assim o criminalista vai impetrar recurso no Tribunal de Justiça da Bahia".
Agitação no mundo do Direito em Itabuna, pois o Diário da Justiça publicou decisão do juiz da 2ª Vara Crime de Itabuna, Antônio Carlos Rodrigues de Moraes, que condenou o advogado Cosme Reis a dois anos de prisão em regime aberto. Cosme Reis assumiu um processo em lugar dos colegas Marilene Aboboreira e Robervan Melo. Houve divergência na hora de pagar os honorários advocatícios e Cosme Reis acabou acusando o juiz Benedito Coelho de tentar auferir “vantagem indevida”, algo como R$ 20 mil.
As investigações acabaram por inocentar o magistrado, hoje em Salvador. Cosme Reis que é destemido, continuou a acusação e o Ministério Público estadual decidiu denunciá-lo por “denunciação caluniosa”.
O juiz Antônio Carlos Rodrigues de Moraes ressaltou o amplo conhecimento jurídico do advogado antes de decretar a pena, que foi convertida em prestação de 720 horas de serviços comunitários e doação de R$ 5.440,00 a uma entidade pública.
Ouvido pela imprensa,o ilustre Cosme Reis disse que vai recorrer. “É o maior absurdo que já se viu”, acredita, afirmando que o juiz Benedito Coelho teria praticado concussão ao transferir para a conta do autor do processo, Antônio Francisco da Silva.
- Quando ele [Benedito Coelho] desviou o dinheiro [para a conta de Antônio], ele deixou de ser magistrado imparcial, dando vantagem para outrem.
O valor, R$ 40 mil, seria devido ao advogado que estava à frente da causa, no entender de Cosme Reis. “O advogado que resolveu toda a situação, não recebeu o dinheiro relativo à sucumbência [honorários sucumbência]“, diz. “Vou recorrer e, se necessário, vou até Brasília’, acrescentou.
Os R$ 37 mil recebidos no decorrer do processo, afirma, seriam apenas os honorários contratados e não de sucumbência (fim da questão).
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