SEQUESTRADORES DE MENOR PRESOS EM SALVADOR NA BAHIA
Alexsandro de Jesus Silva e Maiane Santos Costa, envolvidos no sequestro de uma adolescente de 15 anos no bairro de Stella Maris, libertada ilesa após cinco dias de cativeiro sem que houvesse pagamento de resgate, foram apresentados à imprensa na manhã desta quarta-feira (27), no auditório da Polícia Civil, na Praça da Piedade. Indiciado em inquérito policial por crime de extorsão mediante sequestro, o casal teve como cúmplices Joel da Costa Duarte, mentor do crime, e Wilson dos Santos Lima, ambos com prisões já decretadas pela Justiça e que vêm sendo procurados pela polícia.
Custodiada na carceragem da Delegacia Especial de Repressão a Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DERCCA) desde o dia 5 deste mês, Maiane foi presa por policiais da Coordenadoria de Operações Especiais (COE) 54 dias após o sequestro da garota, que permaneceu num cativeiro no bairro de Mussurunga entre 12 e 17 de maio. “Coube a Maiane alugar o imóvel em Mussurunga por R$ 250,00, um mês antes do grupo praticar o crime”, esclareceu a delegada Christhiane Inocêncio Xavier, titular da 12ª Delegacia Territorial (DT), em Itapuã, que conduz as investigações em parceria com o delegado André Viana, coordenador da COE.
A prisão de Alexsandro, companheiro de Maiane, também feita pela COE no dia 5 de julho, na Boca do Rio, bairro onde o casal reside. A bordo de um veículo Gol de cor preta, ele e os comparsas Joel e Wilson, interceptaram a garota no trajeto entre a casa dela e a escola, em Stella Maris, por volta de 7 horas da manhã do dia 12 de maio. À noite, já com a vítima em cativeiro, a quadrilha manteve contato com a família utilizando o celular dela, exigindo R$ 250 mil para libertá-la.
Mulher pariu na fila de espera de hóspital em Ilhéus na Bahia
Na madrugada desta quinta-feira (28), uma mãe deu a luz a seu bebê na calçada da maternidade Santa Helena em Ilhéus. A jovem Railana de Jesus, 22 anos, esperava ser atendida, o que não aconteceu a tempo. Dessa forma, por volta das 02h30min, o filho de Railana nasceu debaixo de chuva. “A calçada ficou tomada pelo sangue. O bebê foi lavado com água da chuva e coberto com um roupão de uma vizinha do hospital que viu nosso desespero”, explica Luzenir Gramacho, avó da criança.
De acordo com a avó, ao chegar a maternidade foi avisada pela recepcionista de que a equipe médica seria chamada para fazer o parto, mas a família precisou esperar 30 minutos. Durante a espera, a criança nasceu na calçada. “Quando eles chegaram Railana já estava com a criança nos braços”, afirma Luzenir.
Segundo Naide Silveira, uma das diretoras da Santa Casa de Misericórdia, a mãe da criança não esperou mais do que dez minutos e ressaltou que é comum que algumas mulheres já cheguem ao local dando a luz.. “Muitas vezes acontece o parto dentro do carro, e a partir daí é dado o atendimento de praxe”, esclarece Naide. (Informações: O Tabuleiro/Conquista FM).

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